segunda-feira, 21 de maio de 2018

CIENTISTA POLÍTICO ANALISA O DISCURSO DOS TRÊS PRINCIPAIS PRÉ-CANDIDATOS AO GOVERNO DA PB
João Paulo Fernandes21 maio 0 comentários


Fazendo uma analise do discurso dos três principais pré-candidatos ao Governo da Paraíba, o professor e cientista político Lúcio Flávio Vasconcelos, revelou que até o presente momento da pré-campanha está vendo mais do mesmo. Isto é, os três principais candidatos, João Azevedo (PSB), José Maranhão (MDB) e Lucélio Cartaxo (PV) só têm apresentado críticas pontuais contra os respectivos adversários.

O professor analisa que o senador José Maranhão já é bastante conhecido da população, pois já foi governador por duas vezes. Mas, mesmo assim, dificilmente apresentará propostas inovadoras. Seu discurso é tradicional, como eco do século passado.

Já o socialista João Azevedo, neófito em campanha eleitoral, tem um grande desafio pela frente: Conseguir deslocar sua imagem do governador Ricardo Coutinho, que tem demonstrando nas últimas eleições não ter o poder de transferir votos. Para João Azevedo, apresentar novas propostas quando o seu único lema é ser a continuidade do atual governo guarda uma contradição política difícil de superar, e vai ter muito trabalho.

Por último o professor avalia Lucélio Cartaxo que foi candidato a senador em 2014, quando obteve cerca de 500 mil votos. Seu maior desafio é também adquirir autonomia frente ao irmão, Luciano Cartaxo, principal avalista da sua candidatura. Precisa melhorar o discurso tanto na forma quanto no conteúdo e superar o próprio irmão na construção de propostas.

“Acredito que os discursos dos candidatos quando começar realmente a campanha obedecerá ao roteiro bastante batido: críticas aos padrinhos políticos, às administrações de João Pessoa, Campina Grande e governo da Paraíba, e apresentarem antigas e desgastadas propostas de mais verbas para a saúde, educação e segurança”, destacou.

PB AGORA
Sobre o Autor "Apenas um rapaz, latino-americano, sem dinheiro no banco sem parentes importantes, vindo do interior..." João Paulo Fernandes Facebook

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