sábado, 3 de dezembro de 2016

A COERÊNCIA DE RICARDO COUTINHO SEM MEDO DE IMPOPULARIDADE
João Paulo Fernandes03 dezembro 0 comentários


Uma coisa tem de ser reconhecida no governador da Paraíba, Ricardo Coutinho. Mesmo que em alguns momentos possa estar equivocado, como todos nós nos equivocamos - afinal somos humanos, Ricardo sempre expõe claramente o que pensa e onde quer chegar.

Mesmo que precise recuar, como no caso do DETRAN e do Gravame, o governador sempre disse o que queria e o por que.

Temos que reconhecer que Ricardo é o único político que teve e tem a coragem, de pelo menos tentar, implementar mudanças que possam ser consideradas “VERDADEIRAMENTE IMPORTANTES” para a sociedade “EM GERAL”.

Nenhuma gestão é perfeita e podemos perceber isso com relação ao abandono do governador a importantes regiões, como no compartilhamento da borborema, por exemplo, onde a questão da crise hídrica não chega sequer a ser discutida. Apenas se raciona.

E agora, em meio a uma grande polêmica nacional o governador diz: “Sou a favor da punição ao abuso de autoridade”.

A coerência de Ricardo aparece exatamente no discurso sempre sem medo de impopularidade e trazendo na mensagem uma opinião verdadeira. O que o governador quer dizer é exatamente aquilo que precisa acontecer no país. Ninguém, absolutamente ninguém nos atributos de suas funções, pode chegar a abusar da sua autoridade e contrariar direitos que sejam conquistas constitucionais. Sejam estas autoridades do executivo, legislativo ou judiciário.

Em nenhum momento o governador diz que é contra investigações ou questiona a faculdade interpretativa de leis. Afinal, existem discordâncias interpretativas de leis, inclusive constantemente, até no Supremo Tribunal Federal. Mas, Ricardo deixa claro o que pensa quando se trata de problemas que podem acontecer, até mesmo no judiciário do Brasil, que muitas vezes se comporta como intocável. E isto é um grande equívoco.

Uma coisa fica bem clara para os políticos da Paraíba. Depois de RICARDO Governador, a relação “eleitor - classe política” jamais será a mesma.

Fonte: Milton Figueiredo
Sobre o Autor "Apenas um rapaz, latino-americano, sem dinheiro no banco sem parentes importantes, vindo do interior..." João Paulo Fernandes Facebook

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